Símbolos Municipais

 

HINO


Valinhos,
Meu torrão natal!
Valinhos,
Terra sem igual!

À sombra da Bandeira,
Tu te ergues altaneira,
Em busca de um ideal!

I

Terra do figo roxo,
Vales e montes mil;
Ergue-se um colosso,
Num gesto, a mão gentil!

Qual Éden de Deus presente,
Pedacinho reluzente
Do meu imenso Brasil!

II

Terra das belas artes,
Fontes e encantos mil;
Teu povo bandeirante
Inspira amor febril!

Qual Éden de Deus presente,

Pedacinho reluzente
Do meu imenso Brasil!


 

Letra e Música: Juliane Pires Lima dos Santos
Gravação: Ricardo Tardelli e Ernesto Cenzi

 

Ouça o Hino de Valinhos:
    
 
         

 


 

 
 




  
 



 

 

BANDEIRA

Oitavada de verde, formando as oitavas figuras geométricas trapezoidais, constituídas por oito faixas brancas carregadas de sobre-faixas amarelas, dispostas duas a duas no sentido horizontal, vertical, em banda e em barra, que partem de um retângulo branco central onde é aplicado o brasão.

De conformidade com a tradição heráldica portuguesa, da qual herdamos os cânones e regras, as bandeiras municipais são oitavadas, ostentando ao centro o brasão da cidade em suas cores heráldicas, tendo por cores as mesmas constantes do campo do escudo.

O brasão ao centro da bandeira simboliza o Governo Municipal e o retângulo onde é aplicado representa a própria cidade sede do município. As faixas simbolizam o Poder Municipal (Governo do Município) que se expande a todos os quadrantes do território e as oitavas (figuras geométricas trapezoidais) assim constituídas, representam as propriedades rurais, existentes no território municipal.

 

 

BRASÃO

Escudo clássico flamengo – ibérico, encimado pela coroa mural de oito torres, de prata. Em campo de bláu, a representação icnográfica de uma fábrica, de ouro, com quatro chaminés fumegantes, acende sobre um terrado de sinopla, formando ondulações, salientando, á destra, uma árvore frutífera do mesmo esmalte, firmado no cantão sinistro do chefe, um sol heráldico de ouro. Como suportes, à destra, um galho de macieira, frutificado ao natural, entrecruzados em ponta, sobre os quais as sobrepõe um listel de bláu contendo, em letras de ouro, a divisa: IN LIBERTATE LABOR.

O exudo clássico flamengo-ibérico, usado para representar o brasão de armas de Valinhos, também chamado de escudo português, é um evocativo histórico da raça, colonizadora e principal formadora da nacionalidade brasileira.
A coroa mural que o sobrepõe, sendo de prata, de oito torres, dentre as quais apenas cinco são visíveis em perpectivas no desenho, é o símbolo universal dos brasões de domínio, classificando a cidade que representa na Segunda Grandeza, ou seja, sede de Comarca.

A cor bláu (azul) do campo do escudo é símbolo heráldico de nobreza, perseverança, zelo e lealdade, predicados do povo valinhense, testemunhados pelo labor constante em prol do engrandecimento de sua cidade.
A fábrica simboliza a indústria florescente do município; de ouro, símbolo heráldico de riqueza e esplendor, posto que ocupa lugar de destaque na economia municipal.

O terrado de sinopla (verde), formando ondulações, lembra a topografia da região, onde a fruticultura é praticada e a árvore-figueira, lembra, no brasão, ser o município de Valinhos o maior produtor de figos no Brasil. A cor verde simboliza a esperança, porque alude aos campos verdejantes na primavera, fazendo esperar copiosa colheita.
Nos ornamentos exteriores, os galhos de macieira e figueira, frutificados, lembram os principais produtos da terra dadivosa e fértil que fazem de Valinhos a Meca da fruticultura nacional.

No listel, a frase latina que é uma evocação dos anseios do povo: “O trabalho em Liberdade” ou “Em liberdade trabalhamos”.