Valinhos acompanhou neste domingo (15) a primeira apresentação do Coral Livre no coreto do Largo São Sebastião. O evento contou com apoio institucional da Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura de Valinhos e reuniu público que acompanhou um repertório variado, com músicas que foram da MPB ao gospel.
A proposta do grupo é levar mensagens de paz e esperança por meio da música. Autossustentável, o coral tem como diferencial as apresentações ao ar livre, realizadas com ou sem convites formais, permitindo que o canto alcance diferentes espaços da cidade.
Durante o evento, o grupo também apresentou o projeto “Olho na Rua”, já realizado em outras cidades, que incentiva apresentações em espaços públicos. O público acompanhou a apresentação com palmas e participou cantando trechos de músicas conhecidas.
No mesmo dia foi realizada uma audição para novos integrantes, que atraiu cerca de 60 interessados. Entre eles estava Milena Sartori de Albuquerque, moradora de Jundiaí, que participou da seleção.
“Estou com uma grande expectativa para este dia. Já conhecia o trabalho do grupo e me identifico com o repertório”, contou. Segundo ela, faz aulas de canto duas vezes por semana e já teve experiência anterior em coral.
Trajetória e proposta
Originário da cidade de Engenheiro Coelho, o Coral Livre inicia agora uma nova etapa de atividades em Valinhos. Segundo o regente Pedro Valença, o grupo foi bem recebido na cidade e pretende ampliar as apresentações.
“Fomos muito bem acolhidos e estamos começando uma nova fase. Nossas apresentações podem acontecer em diversos espaços, desde locais formais até convites em bairros”, explicou.
Formado por voluntários e com vozes femininas e masculinas, o coral também tem como propósito transmitir mensagens de esperança por meio da música.
Para a soprano Letícia Cordeiro Maciel, a participação no grupo tem um significado especial. “O propósito é levar uma mensagem de amor e compartilhar isso com outras pessoas”, afirmou.
O barítono Ivan Francisco de Trindade destacou o espírito de união entre os integrantes. “É como uma segunda família. Queremos levar uma mensagem de esperança e acolhimento para as pessoas”, concluiu.









